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O tio de Dailton Antônio Ribeiro era prefeito de Capelinha quando surgiu a ideia de transformar a Chapada de Minas numa nova fronteira agrícola. Ele viveu o momento da chegada dos cafeicultores do Sul de Minas ao Vale do Jequitinhonha, na década de 1970. Juntou-se a eles. Depois de mais de três décadas produzindo na zona rural de Capelinha, Dailton quis inovar. Foi chamado de “louco” quando comprou uma fazenda no município de Diamantina, pois não se acreditava ser possível produzir cafés de alta qualidade nos arredores da cidade histórica. Hoje, a Fazenda Sagarana é uma potência não só em volume, mas também na qualidade do café premiado produzido nela. Mesmo sendo irrigada na produção e mecanizada na colheita, a propriedade gera 80 empregos diretos para moradores do Vale do Jequitinhonha.

Dailton Antônio Ribeiro’s uncle was the mayor of Capelinha when the idea emerged to transform Chapada de Minas into a new agricultural frontier. He witnessed the arrival of coffee growers from Southern Minas Gerais to the Jequitinhonha Valley in the 1970s and joined them in this movement. After more than three decades producing coffee in the rural area of Capelinha, Dailton decided to innovate. He was called “crazy” when he bought a farm in the municipality of Diamantina, as few believed it was possible to produce high-quality coffee near the historic city. Today, Fazenda Sagarana stands out not only for its production volume, but also for the quality of its award-winning coffees. Even with irrigated production and mechanized harvesting, the farm generates 80 direct jobs for residents of the Jequitinhonha Valley.